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75% veem Bolsonaro e equipe 'no caminho certo', diz pesquisa Ibope; 5% aprovam Temer

Levantamento é o primeiro divulgado pela Confederação Nacional da Indústria desde as eleições. Foram ouvidas 2 mil pessoas em 127 municípios, entre 29 de novembro e 2 de dezembro.

Publicada em 16/12/18 às 11:45h - 312 visualizações

por IMAPE-PB / Instituto Majoritário de Pesquisas e Estatisticas


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 (Foto: IMAPE-PB / Instituto Majoritário de Pesquisas e Estatisticas)

Pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira (13) sobre o trabalho do presidente eleito Jair Bolsonaro e sua equipe indica que:

75% consideram que Bolsonaro e equipe estão "no caminho certo";
14% julgam que eles estão no "caminho errado"
11% não sabem ou não responderam.
O levantamento, encomendado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), é o primeiro desde a eleição presidencial de outubro.

Ao todo, foram ouvidas 2 mil pessoas em 127 municípios entre 29 de novembro e 2 de dezembro.

Governo Temer
A pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira também aborda a avaliação dos entrevistados sobre o governo do presidente Michel Temer (MDB). O levantamento indica os seguintes percentuais:

Ótimo/bom: 5%
Regular: 18%
Ruim/péssimo: 74%
Não sabe/não respondeu: 5%
Na pesquisa anterior do Ibope, divulgada em setembro, 78% consideravam o governo "ruim/péssimo"; 16%, "regular"; e 4% avaliavam como "bom/ótimo".

Sobre o nível de confiança no presidente, os resultados foram os seguintes:

Confiam: 7%
Não confiam: 90%
Não sabem/não responderam: 3%
Ibope divulga última pesquisa de avaliação do governo Temer

Expectativa
A pesquisa divulgada nesta quinta-feira também abordou a expectativa do eleitor em relação ao governo Bolsonaro. Veja os percentuais:

Ótimo: 25%
Bom: 39%
Regular: 18%
Ruim: 4%
Péssimo: 10%
Não sabe/não respondeu: 4%
Principais problemas do país
A pesquisa apurou os 30 temas mais citados pelos entrevistados como "problemas do país" em 2018 (os entrevistados podiam mencionar mais de um problema). Veja os cinco mais citados:


Saúde: 46%
Desemprego: 45%
Corrupção: 40%
Segurança pública/violência: 38%
Educação: 32%

Prioridades
Diante dos problemas, os entrevistados foram questionados sobre as prioridades do governo a partir de 2019. Veja as cinco principais respostas (os entrevistados podiam mencionar mais de uma prioridade):

Melhorar os serviços de saúde: 41%
Promover a geração de empregos: 40%
Combater a corrupção: 36%
Combater a violência e a criminalidade: 36%
Melhorar a qualidade da educação: 33%
Informação sobre as propostas

A pesquisa também abordou o nível de conhecimento dos eleitores sobre as propostas do novo governo. De acordo com o levantamento:

11% se disseram "muito informados";
22% se disseram "informados";
33% afirmaram estar "mais ou menos informados";
16% se disseram "pouco informados";
16% afirmaram estar "nada informados";
2% não souberam ou não responderam.
Apoio às propostas
Em seguida, os entrevistados foram indagados sobre o apoio às propostas.

"Muito informados": 82% aprovam e 16% desaprovam;
"Informados": 83% aprovam e 14% desaprovam;
"Mais ou menos informados": 75% aprovam e 18% desaprovam;
"Pouco informados": 57% aprovam e 26% desaprovam.
Eleição de Bolsonaro
Deputado federal desde 1991 e capitão da reserva, Bolsonaro tem 63 anos e disputou a Presidência da República pela primeira vez neste ano (conheça a trajetória do presidente eleito).

A chapa formada por Bolsonaro e pelo general Hamilton Mourão (PRTB) foi eleita ao receber 57,7 milhões de votos no segundo turno, derrotando a chapa de Fernando Haddad (PT) e Manuela D'Ávila (PCdoB).

A posse de Bolsonaro e de Mourão está marcada para 1º de janeiro, em Brasília. Os dois foram diplomados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na última segunda-feira (10).

No discurso de diplomação, Bolsonaro afirmou que "o poder popular não mais de intermediação". Isso porque, na opinião dele, as novas tecnologias permitiram uma relação direta entre o eleitor e os representantes.

Bolsonaro se elegeu com um discurso principalmente contrário aos governos petistas de Lula e Dilma Rousseff, afirmando também que fará uma gestão "sem viés ideológico" e sem indicações partidárias nos ministérios.



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